DAOP: UM RISCO À ESPREITA

DAOP: UM RISCO À ESPREITA

DAOP se trata de uma sigla que designa a Doença Arterial Obstrutiva Periférica. O nome longo traz em si o próprio resumo do que essa patologia causa no organismo: a obstrução de artérias das extremidades (braços e pernas).
Mais comum de ocorrer em homens com mais de 55 anos – o que não exclui mulheres e pessoas mais jovens – geralmente se manifesta nas pernas e tende a ser assintomática, como tantas outras doenças vasculares e que justifica a necessidade de se realizar exames preventivos periodicamente.

Grupos de risco

Conforme mencionado anteriormente, é mais comum em homens, mas, conforme relatório publicado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – unidade São Paulo, a DAOP pode acometer de 10 a 25% da população acima de 55 anos, com aumento da ocorrência em razão do aumento da idade.

Ainda segundo a SBACVSP, entre 70 e 80% dos pacientes são assintomáticos; entre os poucos casos que podem gerar sintoma, se caracteriza predominantemente como úlceras nas extremidades, claudicações e dor mesmo em repouso.

Os fatores de risco são:

– Colesterol alto
– Diabetes
– Doença arterial coronária (coração)
– Hipertensão
– Tratamento renal em hemodiálise
– Tabagismo
– Derrame cerebral
– Hereditariedade
– Sedentarismo
– Obesidade
– Idade avançada

Reações no corpo

Agora que já sabemos quem pode ter e os fatores de risco, vamos saber um pouco mais sobre a DAOP. A doença arterial obstrutiva periférica é oriunda da doença aterosclerótica (que trataremos em outro artigo) e se caracteriza por depósito exagerado de gordura, cálcio, proteínas e outras células inflamadas na parede dos vasos sanguíneos.
Funcionando como obstáculos, esses elementos acumulados vão estreitando o caminho da passagem do sangue, diminuindo seu fluxo e dificultando a distribuição de oxigênio e nutrientes para o resto do corpo. Além dos prejuízos que o baixo fluxo de sangue pode trazer para órgãos, músculos, tecidos, ossos e nervos, o não tratamento da DAOP pode resultar em eventual fechamento completo da veia afetada.
Nos casos mais graves, a doença passa de assintomática para bastante evidente, como a redução da pressão arterial no membro afetado, queda dos pelos, palidez, unhas quebradiças e, nos casos gravíssimos com risco de amputação, dor intensa de início súbito, formigamento e dificuldade de movimentação.

Diagnóstico

Como somente casos muito graves apresentam sintomas, recomenda-se visitas regulares ao médico vascular, para que se garanta um acompanhamento periódico realizado por especialistas.
São vários os exames que podem ser realizados clinicamente, sem necessidade de práticas invasivas ou internação hospitalar. O mais utilizado é o ecodoppler, uma ultrassonografia 100% segura, rápida e que fornece ao médico um quadro completo da área afetada e pode ser feito na própria clínica.
Já o tratamento será indicado pelo especialista conforme a progressão da doença, sendo de suma importância que o paciente obedeça todas as orientações médicas.

Clique aqui e saiba mais sobre DAOP

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